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Pesquisa mostra que não há ligação entre violência em games e no mundo real

5 de novembro de 2014

Em setembro, pesquisadores da Universidade Villanova e da Universidade de Rutgers publicaram os resultados de um estudo aprofundado que sugeria que videogames violentos não levam ao aumento de comportamento igual do mundo real.

Agora, dois outros estudos de acompanhamento do pesquisador Christopher Ferguson, da Universidade de Stetson chegaram à mesma conclusão geral. Na verdade, os relatórios de Ferguson descobriram que o aumento da popularidade de games violentos estava relacionado a uma diminuição da violência juvenil.

Para seu primeiro estudo, Ferguson mediu os índices de homicídio entre 1920-2005 contra a freqüência e a natureza gráfica da violência em filmes populares. Um “pequeno” link entre longas violentos e as taxas de homicídio foi encontrado durante a metade do século 20, mas a conexão diminuiu na década de 1990.

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O segundo estudo focou nos videogames. Ferguson procurou por dados de jogos lançados entre 1996 e 2011, bem como dados de criminalidade juvenil federais para o mesmo período. O que ele descobriu foi que o consumo de jogos foi “fortemente” relacionado a declínios nos casos de violência entre jovens.

“A sociedade tem uma quantidade limitada de recursos e atenção para se dedicar ao problema da redução da criminalidade”, disse Ferguson em comunicado. “Há um risco de que a identificação do problema errado, como a violência na mídia, possa distrair a sociedade de preocupações maiores, como a pobreza, a educação, e as disparidades de formação profissional e de saúde mental”, explicou.

O pesquisador também fez questão de afirmar que seu relatório não foi feito para mostrar que jogos violentos ajudam a disciplinar jovens, mas “podem ajudar a focar a sociedade sobre as questões que realmente importam” e evitar dedicar recursos desnecessários “no exercício de agendas morais com pouco valor prático”.

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